"Mas se me desmantelo ao acaso Logo me refaço ao sabor do vento que sopra a favor..."
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Sem mais
... Perdeu a respiração. Toda a calma que sempre procurou ter, todas as reações que planejou que teria, tudo escorreu pelo ralo. Na hora, ali, quando não tinha mais tempo para pensar em nada, quando sua única saída era deixar as palavras saírem da sua boca, sem nenhum conhecimento prévio, fez-se. Foi nesse momento que se encontrou. Não eram necessários verbos belos, olhares tímidos, atitudes contidas... Nada. Bastava deixar acontecer. E foi acontecendo assim... Do modo mais natural, real e maravilhoso... Nada previsto. Mais uma vez o acaso reinou.
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